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ATUAÇÃO : Doenças


  • Catarata

    A catarata é uma patologia dos olhos que consiste na opacidade parcial ou total do cristalino ou de sua cápsula. Pode ser desencadeada por vários fatores, como traumatismo, idade, Diabetes mellitus, uveítes, uso de medicamentos,etc.. Tipicamente apresenta-se como embaçamento visual progressivo que pode levar a cegueira ou visão subnormal.

    É uma doença conhecida há milhares de anos e sua cirurgia já é realizada há séculos.

    Atualmente, a técnica cirúrgica mais moderna para o tratamento da catarata consiste na remoção do cristalino por microfragmentação e aspiração do núcleo, num processo chamado Faco-emulsificação, e posterior implante de uma lente intra-ocular.

    A evolução da técnica permite hoje incisões muito pequenas, entre 2 e 3 milímetros, o que dispensa a necessidade de sutura e possibilita que o paciente seja submetido à cirurgia de catarata com anestesia tópica (apenas colírios), saindo da sala de cirurgia já enxergando, com uma visão bem próxima da visão esperada, a qual costuma ocorrer em cerca de 1 mês após a cirurgia.

  • Presbiopia

    Presbiopia, popularmente conhecida como “vista cansada”, é a anomalia da visão que ocorre com o envelhecimento da pessoa, ocasionando o enrijecimento dos músculos ciliares, ocorrendo por volta dos 40 anos de idade. Pessoas com Hipermetropia ou Diabetes mellitus tendem a apresentar a presbiopia mais precocemente, ao redor dos 35 anos de idade.1

    Na fisiologia normal do olho, para se enxergar de perto, é necessário que o poder refrativo do olho seja aumentado, para que a imagem seja focalizada. A 33 cm, que é a distância normal de leitura, é necessário um aumento de 3 dioptrias para que a imagem seja vista com nitidez. Nós conseguimos fazer isso contraindo pequenos músculos dentro do olho, os músculos ciliares, que modificam o formato do cristalino, aumentando o seu poder dióptrico, processo este chamado de acomodação. A presbiopia é causada por vários fatores, entre eles o aumento contínuo do cristalino e perda de elasticidade de sua cápsula, o que leva a que os músculos ciliares não consigam mais modificar o seu formato, causando falta de focalização para as imagens de perto. Este processo é progressivo, e piora com o aumento da idade, mas normalmente se estabiliza ao redor dos 60 anos.

    A correção deste processo é realizada com o uso de lentes corretoras multifocais, bifocais ou pelo uso de óculos para leitura. Existem cirurgias experimentais, que visam aumentar o espaço onde o cristalino se encontra, fazendo com que este volte a ter capacidade de acomodação, mas isso só faz protelar o aparecimento da presbiopia, e não existem estudos a longo prazo, que avaliem as complicações tardias desta cirurgia.

    Uma alternativa, natural e sem restrições é através dos exercícios visuais elaborados por Dr.William Horatio Bates e/ou do uso temporário de óculos terapêuticos de PinHole (pequenos furos) que permitem na maioria dos casos, enxergar sem lentes de grau, além de fortalecer a musculatura do sistema ocular e reprogramar as funções cérebro visuais, relaxando a musculatura e devolvendo ao globo ocular o seu formato original. Essa alternativa, contudo, carece de comprovações científicas.

  • Glaucoma

    Glaucoma é uma designação genérica para um grupo de doenças distintas que envolvem pressão intraocular associada a neuropatia óptica.1 A pressão intraocular elevada é um fator de risco significativo para o desenvolvimento de glaucoma, mas é possível uma pessoa desenvolver dano no nervo com pressão intraocular normal ou não desenvolver mesmo com pressão intraocular elevada durante anos sem apresentar lesões. Reduzir a pressão diminui a perda visual mesmo nesses casos. Se não for tratado, o glaucoma leva ao dano permanente do disco óptico da retina, causando uma perda progressiva do campo visual.

  • Retinopatia diabética

    Retinopatia diabética é a lesão à retina causada pelas complicações do diabetes mellitus. É causa importante de cegueira. Em pacientes com Diabetes mellitus tipo 1, sua progressão pode ser identificada pelo uso de inibidores da enzima de conversão da angiotensina. O principal tratamento da Retinopatia Diabética é o controle clínico rigoroso das glicemias e pressão arterial.

  • Degeneração macular

    Degeneração macular é uma condição médica geral dos adultos mais velhos, que resulta em uma perda de visão no centro do campo visual (a mácula), devido a danos na retina. Torna difícil ou impossível de ler ou reconhecer rostos, embora permaneça visão periférica suficiente para permitir outras atividades da vida diária. Ocorre em duas formas: tipo “seco” e tipo “úmido” . A camada interna do olho é a retina, que contém nervos que se comunicam à vista, e por trás da retina é a coróides, que contém o fornecimento de sangue para a retina. No tipo seco, debris celulares chamados Drusa acumulam entre a retina e a coróide e a retina pode soltar-se. No molhado, que é mais grave, os vasos sanguíneos crescem a partir do coróides atrás da retina, e ela também pode soltar-se. Pode ser tratada com coagulação com laser, e com a medicação que às vezes pára e inverte o crescimento dos vasos sanguíneos.

  • Alergia ocular

    A alergia ocular é caracterizada pelo prurido, isto é, não existe alergia ocular sem prurido. Durante as crises, além do prurido, os pacientes podem queixar-se de olho vermelho, lacrimejamento, fotofobia e, quando há envolvimento corneal, de visão embaçada e dor.

    Conjuntivite alérgica aguda é uma reação alérgica súbita que geralmente não dura mais que 24 horas.

    A queixa principal é o prurido e o lacrimejamento em grande quantidade. As pálpebras apresentam edema intenso que pode impedir a abertura dos olhos e a conjuntiva apresenta-se intensamente hiperemiada e quemótica.

    Conjuntivite alérgica sazonal (ou febre do feno) deve ser considerada separadamente da conjuntivite alérgica aguda. Embora de aparecimento também agudo, o início é menos dramático e os sinais e sintomas pioram à medida que o paciente é exposto ao alérgeno, isto é, o pólen.

    Na conjuntivite alérgica perene os pacientes apresentam sintomas contínuos, que duram o ano todo, porém brandos. O alérgeno é, frequentemente, o ácaro.

    A ceratoconjuntivite primaveril (ou ceratoconjuntivite vernal) é mais frequente em regiões de clima quente e seco, principalmente no Mediterrâneo, África, Índia e América do Sul.

    Acomete principalmente meninos, dos 7 aos 10 anos de idade. Tende a ter resolução espontânea depois de cerca de 5 a 8 anos de doença, mas o tratamento é fundamental para melhorar a qualidade de vida desses pacientes e evitar as principais complicações. Apresenta três formas:

    -Palpebral: caracterizada pela presença de hipertrofia papilar na conjuntiva palpebral superior. As papilas podem coalescer e formar papilas gigantes, geralmente maiores que 1mm (aspecto de paralelepípedo)

  • Conjuntivite

    A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva ocular, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Pode atacar os dois olhos, durando de uma semana a quinze dias e não costuma deixar sequelas.1

    A conjuntiva produz muco para cobrir e lubrificar o olho. Possui pequenos vasos sanguíneos em seu interior, que podem ser vistos através de uma observação mais detalhada. Quando a conjuntiva se irrita ou inflama, os vasos sanguíneos que a abastecem alargam-se e tornam-se muito mais proeminentes, causando então a vermelhidão do olho.2

    Podem ser ocasionadas por fatores alérgicos, irritativos ou infecciosos e cada um deles necessita de tratamento específico. O olho torna-se vermelho, edematoso, com ardência, lacrimejante, com sensação de corpo estranho, às vezes com secreção. A doença é relacionada aos hábitos de higiene dos indivíduos. Pode ocorrer também em animais.

  • Descolamento de retina

    Descolamento de retina é uma enfermidade do olho caracterizada pela separação das camadas foto-sensível (camada H na figura) e de suporte e nutrição da retina (camada F). Usualmente causada por trauma, ou por uma existência prévia de uma pequena rupturaem H por onde o fluido intra-ocular (parte A da figura) entra e força a separação das camadas F e H, ou pela sucção exercida pelo fluido A na parte foto-sensível da retina, o que é mais comum em pessoas idosas.

  • Moscas volantes

    Moscas volantes são fenômenos entópticos caracterizados por formas semelhantes a sombras que aparecem sozinhas ou junto com muitas outras no campo visual do indivíduo. Eles podem ter a forma de pontos, linhas, ou fragmentos de teias de aranhas, que flutuam vagarosamente em frente aos olhos.

    A maioria das pessoas (principalmente as míopes) relata conseguir enxergar essas manchas ao olhar para o céu. Se forem poucas (e constantes), não devem ser levadas em consideração; porém, se surgirem de repente ou forem aumentando progressivamente, deve-se procurar ajuda médica imediatamente.

  • Retinoblastoma

    O retinoblastoma é um tumor maligno da retina desenvolvido a partir dos retinoblastos que são células precursoras dosfotorreceptores da retina.

    É causado por uma mutação na proteína Rb. Ocorre na maior parte dos casos em crianças e representa 3% dos tumores padecidos por menores de quinze anos. A incidência anual estimada é de aproximadamente 4 afetadas a cada um milhão de crianças.

    O tumor pode ter início em um ou em ambos os olhos. Geralmente, o retinoblastoma limita-se aos olhos, embora possa estender-se a outras zonas do crânio.

    Esta doença pode ser hereditária ou não. Pode apresentar-se em um ou ambos os olhos e geralmente afecta as crianças mais pequenas. O retinoblastoma presente em só um olho não é hereditária e afecta sobretudo crianças com mais idade. Quando a enfermidade se apresenta em ambos os olhos é sempre hereditária. Devido ao fator hereditário, os pacientes e seus irmãos devem submeter-se a exames periódicos, juntamente com terapia genética para determinar o risco que têm em desenvolver o tumor.

    A escolha do tratamento que irá fazer o paciente dependerá da extensão do mal dentro do olho e para além deste. Os tumores pequenos podem ser removidos com cirurgia laser, com termoterapia ou crioterapia. Se o mal for ou puder vir a tornar-se irreparável, há possibilidade de remoção do olho para cura total do retinoblastoma. Técnicas mais modernas fazem uso da quimioterapia intra-arterial, em que o quimioterápico é injetado diretamente na artéria oftálmica. A técnica surgiu nos anos 80 no Japão e hoje é desenvolvida também em centros de excelência no ocidente, com destaque para o Memorial Sloan-Kettering Cancer Center em Nova York, com mais de 100 olhos tratados. Um estudo estatístico efectuado por Alfred G. Knudson conduziu a uma hipótese acerca da razão porque alguns retinoblastomas são hereditários e outros aparecem por casualidade. Esta hipótese conduziu à primeira identificação de um gene supressor de tumores por Thaddeus P. Dryja. Knudson ganhou o Prêmio Lasker para a investigação médica, por este trabalho.

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