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ATUAÇÃO : Tratamentos


  • Capsulotomia com Yag Laser

    A opacificação da cápsula posterior que permite a sustentação da lente intra-ocular implantada pode ocorrer apos a cirurgia da catarata. A incidência estimada é de 10% ao ano a depender do tipo de lente utilizada. Esta opacificação pode ocasionar uma piora da visão e da nitidez da imagem. A capsulotomia é realizada com o Neodymium Yag laser provocando uma abertura central na cápsula posterior possibilitando a passagem de luz de forma efetiva pelo eixo visual.

    Para maiores informações consulte um especialista.

  • Fototrabeculoplastia

    Consiste na aplicação de laser de argônio na parte pigmentada do trabeculado (ângulo) proporcionando uma remodelagem da estrutura do colágeno facilitando o fluxo de drenagem do humor aquoso reduzindo a pressão intra-ocular auxiliando no controle efetivo do glaucoma.

  • Iridectomia a laser

    Os pacientes portadores de ângulo estreito com potencial oclusivo, ou seja, presença de aposição angular em pelo menos 180 graus observado no exame de gonioscopia tem indicação de iridotomia a laser. A técnica consiste na utilização de laser de argônio ou de Neodymium; Yag laser para criação de uma pequena perfuração periférica na íris (estroma e epitélio pigmentado) a fim de equalizar a pressão entre a câmara posterior e a câmara anterior proporcionando um aprofundamento do ângulo da câmara anterior e conseqüente abertura do seio camerular.

  • Laserterapia

    A Oftalmodiagnose dispõe de um fotocoagulador Eye Lite da Alcon. Um sistema de laser em estado sólido que fornece um maior comprimmento de ondas (532 NM – verde puro) para o tratamento de grandes parte dos procedimentos de Retina, a exemplo da Retinopatia Diabética, Oclusões Vasculares, entre outros.

  • Adaptação lentes de contato

    Para se ter segurança no uso de lentes de contato, é fundamental que esteja bem adaptada, com curvatura, diâmetro, grau e material próprio para cada caso.

  • Adaptação de lentes especiais

  • Terapia com antiangiogênico intravítreo

    O desenvolvimento dos inibidores do fator de crescimento vascular endotelial (VEGF) para tratamento de degeneração macular relacionada à idade (DMRI) introduziu uma nova era no tratamento da DMRI. Até o ano 2000, o tratamento reduzia-se à terapia de fotocoagulação (TFC) focal com laser, um tratamento destrutivo que produzia uma cicatriz permanente na tentativa de limitar a expansão da neovascularização coroidal (NVC). Introduzida em 2000, a terapia fotodinâmica com verteporfin representou o primeiro tratamento apto a reduzir o risco de perda de visão em neovascularização coroidal subfoveal. Contudo, sua eficácia foi limitada à neovascularização coroidal clássica ou pequena e, embora seja uma terapia não destrutiva, não obteve êxito em melhorar a visão de pacientes com DMRI em estudos clínicos. Para melhorar esses resultados, os pesquisadores estudaram agentes antiangiogênicos com o intuito de inibir o crescimento e o desenvolvimento da neovascularização coroidal, reduzindo os sinais de exsudação e limitando ou prevenindo a fibrose. Trabalhos prévios demonstraram que a VEGF tem importante papel na angiogênese e na fístula vascular. Essa fístula, infiltração da neovascularização coroidal e acúmulo de líquidos abaixo ou dentro da retina ocorrem em DMRI neovascular. A inibição da VEGF apresentava a promessa de controlar efetivamente a DMRI neovascular. A pesquisa rendeu frutos com a aprovação do FDA do pegaptanib em 2004 e ranibizumab em 2006. O uso off-label do bevacizumab, um agente anti-VEGF similar ao ranibizumab, começou a crescer. Ranibizumab tornou-se o padrão ouro para o tratamento da DMRI devido ao ganho visual obtido. Contudo, ainda existem pendências como segurança da droga, custos e freqüência da droga.

  • Crosslinking

    O crosslinking da córnea é um novo tratamento cirúrgico desenvolvido com a finalidade de aumentar a resistência da córnea, aumentando sua estabilidade. O objetivo é minimizar a progressão do ceratocone e com isso retardar ou até mesmo evitar um futuro transplante de córnea.

    O procedimento está indicado para pacientes portadores das chamadas ectasias corneanas, como ceratocone e degeneração marginal pelúcida. O tratamento também pode ser realizado em pacientes previamente submetidos a outras cirurgias na córnea. Ocrosslinking corresponde ao processo de fortalecimento de uma estrutura pela indução de ligações covalentes entre as moléculas de um mesmo material ou órgão.

    No crosslinking da córnea, haverá um fortalecimento das fibras de colágeno (que representam as pontes de sustentação da córnea). Com o aumento da resistência corneana, diminui-se a elasticidade da córnea e com isso, reduz-se a chance de progressão do abaulamento corneano, responsável pelo alto astigmatismo e baixa da visão.

    A córnea com fibras de colágeno menos unidas, será mais frágil (deformável) em comparação com a córnea com fibras de colágeno mais unidas (crosslinking).

  • Fotocoagulação de retina

    Para tratar a formação de vasos sanguíneos anormais (neo vascularização) as aplicações são espaçadas ao longo das áreas laterais da retina. As pequenas cicatrizes resultantes da aplicação do laser reduzem a formação de vasos sanguíneos anormais e ajudam a manter a retina sobre o fundo do olho evitando o descolamento da retina.

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